Uma a cada três mulheres sofreram algum tipo de violência durante o último ano, segundo o Datafolha. No Mapa da Violência de 2015, o Brasil foi visto como 5 colocado no ranking de assassinatos de mulheres. Em 2016, 66% da população viu algum tipo de agressão ao sexo feminino. O pior? São 503 vítimas a cada hora que passa, e 52% delas se calam. O medo de delatar e a impunidade que ocorre em muitos casos, desencorajam a denúncia. Até quando isso? Durante sua existência já foram enfrentadas e derrubadas inúmeras barreiras. Foi conquistado direito de estudo, direito de voto, direito de expressão… mas o direito de ir e vir em segurança e ter seu espaço respeitado, ainda é algo que precisa ser vencido.

O feminismo aparece como um movimento (não muito novo), que vem ganhando maior destaque na sociedade. Ele surge com o intuito de deslegitimar padrões de beleza e comportamento, que fazem com que mulheres sofram e se deprimam. E claro, tenta trazer ao feminino, a liberdade de escolha tanto de roupa, quanto de ideias e opiniões, somado a isso, busca igualdade nos espaços públicos e privados. Mostrando ao homem que não importa o que ela esteja usando, nada justifica uma agressão.

O combate à violência a mulher deve ser algo de toda a sociedade. A lei Maria da Penha e a Central de Atendimento à Mulher, já são ferramentas disponíveis para contribuir com essa batalha. Aos poucos são quebradas novas barreiras. É importante que a mulher conheça essas formas de proteção e que o estado as forneça e regule. Denuncie!

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